🏰 A Catedral Que Respira Memória. Existem lugares que não são apenas visitados, são vividos . A Sé de Lisboa é um desses. Um daqueles cenários que parecem estar à espera de que você chegue para completar a cena, como se dissesse: “Senta aqui. Tenho histórias para te contar.” Foto de Mariya Kolina Hoje, vou te levar comigo numa caminhada que começou sem pressa, mas terminou com o coração cheio. Vamos? 🔎 Histórias Que Só a Sé Conta (e que Lisboa guarda com carinho) 🟡 A história da menina que se perdeu em Alfama Conta-se que, no início dos anos 1900, uma menina perdeu-se nas ruelas de Alfama ao seguir um grupo de músicos. Assustada, acabou entrando na Sé. Foi lá que uma senhora, que ninguém conhecia, a acalmou, deu-lhe água e esperou a família chegar. Quando a mãe voltou para agradecer… a senhora tinha desaparecido. Alguns dizem que foi um anjo. Outros dizem que foi Lisboa sendo Lisboa. 🟣 O claustro onde três cidades dormem juntas O claustro da S...
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🌟 Três anos em Portugal — e um pedaço da nossa história eternizado em Lisboa 🌟
2022! Três anos!
Três anos de páginas escritas com fé, coragem e recomeços.
Três anos desde que desembarcámos com malas cheias de sonhos, mãos dadas, coração acelerado e a certeza de que Deus nos conduzia.
E para celebrar essa travessia tão cheia de vida, escolhemos fazer aquilo que sempre nos lembra de parar, respirar e agradecer: guardar memórias.
Começámos no Rossio, onde a história de Lisboa pulsa debaixo dos pés, literalmente.
As pedras onduladas da praça, inspiradas no movimento das águas, já testemunharam reis, revoluções e reencontros. E ali estávamos nós, mais uma família entre tantas que encontraram nesta cidade um lar, e no tempo, motivos para sorrir.
Seguimos pelas ruas que respiram vida, cultura e tantas histórias murmuradas pelas fachadas antigas. As crianças riam, correndo entre colunas e sombras, como se fossem parte de um filme rodado em calçada portuguesa.
Descemos até ao Arco da Rua Augusta, onde cada passo ecoa conquistas e recomeços.
Quantas pessoas já passaram por ali buscando futuro, como nós?
Lisboa tem essa alma sábia, que acolhe, ensina e abraça devagar… mas abraça de verdade.
E então chegámos à Praça do Comércio, aberta ao Tejo como quem estende os braços ao infinito.
O rio corria tranquilo, lembrando-nos que a vida também tem correntezas, mas sempre segue adiante, levando, trazendo, renovando.
Dali, olhámos para o horizonte.
E o coração sorriu.
Porque Lisboa nos viu chegar com sonhos pequenos e hoje nos vê crescer — em graça, em amor e em gratidão.
Cada fotografia feita pela Míriam carrega mais que sorrisos: carrega história, carrega fé, carrega o som suave da nossa voz dizendo baixinho:
“Obrigada, Senhor. Aqui também é casa.”
Obrigado, Lisboa, por nos ensinar que recomeçar é um ato de coragem…
E obrigada, Míriam, por traduzir tudo isso em luz, movimento e emoção.
Que essas imagens sejam para sempre o nosso lembrete: a vida é feita de passos — e cada passo merece ser celebrado.
Três anos depois, ainda caminhamos por aqui com olhos brilhando.
E que venham muitos outros, sempre assim: juntos, aprendendo, vivendo… e registrando tudo com amor.